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It Girl: Elena Perminova

Elena Perminova é a  nossa eleita do mês, para representar estilo e originalidade.

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Russa (ela mora em Moscou), 26 anos,  casada com um bilionário (Alexander Lebedev), aparentemente se dedica a maternidade (tem dois filhos) e faz alguns trabalhos como modelo. No entanto, o trabalho de “fashion icon”, Elena desempenha impressionantemente bem. Fugindo de lugares-comuns e previsibilidade. Em um momento clássica, no outro conceitual. Nós adoramos o estilo de Elena!

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Ela é amiga de outra conhecida fashionista russa, Miroslava Duma.

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Pré candidatos a melhor filme estrangeiro

Não sou lá muito fã do Oscar, e muito menos concordo com a maioria dos seus prêmios maiores.

Mas um indicador que sem dúvida vale a pena ser notado são, os pré indicados ao oscar de melhor filme estrangeiro.

Esse ano vou tentar cumprir a meta de ver todos. Já vi seis dos sententa e um, tá logo aí. rs

Segue a lista:

Afeganistão – The Patience Stone, de Atiq Rahimi;
Albânia – Pharmakon, de Joni Shanaj;
Alemanha – Barbara, de Christian Petzold;
Argélia – Zabana!, de Said Ould Khelifa;
Argentina – Infância Clandestina, de Benjamín Ávila;
Armênia – If Only Everyone, de Natalia Belyauskene;
Australia – Lore, de Cate Shortland;
Áustria – Amour, de Michael Haneke;
Azerbaijão – Buta, de Ilgar Najaf;
Bangladesh –Ghetu Putra Kamola, de Humayun Ahmed;
Bélgica –À perdre la raison, de Joachim Lafosse;
Bósnia e Herzegovina – Djeca, de Aida Begic;
Brasil – O Palhaçode Selton Melo;
Bulgária – Kecove, de Valeri Yordanov e Ivan Vladimirov;
Camboja – Lost Loves, de Chhay Bora;
Canadá – Rebelle, de Kim Nguyen;
Chile – No, de Pablo Larraín;
China – Caught in the Web, de Chen Kaige;
Colômbia – El cartel de los sapos, de Carlos Moreno;
Croácia – Ljudozder vegetarijanac, de Branko Schmidt;
República Checa – Ve stínu, de David Ondrícek;
Dinamarca – En kongelig affære, de Nikolaj Arcel;
República Dominicana – Jaque Mate, de José María Cabral;
Estônia – Seenelkäik, de Toomas Hussar;
Finlândia – Puhdistus, de Antti J. Jokinen;
França – Intocáveis, de Olivier Nakache e Eric Toledano;
Géorgia – Keep Smiling, de Rusudan Chkonia;
Grécia- Adikos kosmos, de Filippos Tsitos;
Groenlândia –Inuk, de Mike Magidson;
Hong Kong – Dyut meng gam, de Johnnie To;
Hungria – Csak a szél, de Benedek Fliegauf;
Islândia – Djúpið, de Baltasar Kormákur;
Índia – Barfi!, de Anurag Basu;
Indonésia – Sang Penari, de Ifa Isfansyah;
Israel – Lemale et ha’halal, de Rama Burshtein;
Itália – César Deve Morrer, de Paolo Taviani e Vittorio Taviani;
Japão – Kazoku no kuni, de Yang Yong-Hi;
Cazaquistão – Warriors of the Steppe, de Akan Satayev;
Quênia – Nairobi Half Life, de David ‘Tosh’ Gitonga;
Quirguistão – The Empty Home, de Nurbek Egen;
Letônia – Golfstrim pod aysbergom, de Yevgeny Pashkevich;
Lituânia – Ramin, de Audrius Stonys;
Macedônia – Treto poluvreme, de Darko Mitrevski;
Malásia – Bunohan, de Dain Iskandar Said;
México – Después de Lucía, de Michel Franco;
Marrocos – Death for Sale, de Faouzi Bensaïdi;
Holanda – Kauwboy, de Boudewijn Koole;
Noruega – Kon-Tiki, de Joachim Rønning e Espen Sandberg;
Palestina – When I Saw You, de Annemarie Jacir;
Peru – Las malas intenciones, de Rosario García-Montero; 
Filipinas – Bwakaw, de Jun Robles Lana;
Polônia – 80 milionów, de Waldemar Krzyste;
Portugal – Sangue do Meu Sangue, de João Canijo;
Romênia – Dupa dealuri, de Cristian Mungiu;
Rússia – Belyy tigr, de Karen Shakhnazarov; 
Sérvia – Kad svane dan, de Goran Paskaljevic;
Singapura – Already Famous, de Michelle Chong;
Eslováquia – Made in Ash, de Iveta Grófová;
Eslovênia – Izlet, de Nejc Gazvoda;
África do Sul – Little One, de Darrell James Roodt;
Coréia do Sul – Pietá, de Kim Ki-duk;
Espanha – Blancanieves, de Pablo Berger;
Suécia – Hypnotisören, de Lasse Hallström;
Suíça – L’enfant d’en haut, de Ursula Meier;
Taiwan – Touch of the Light, de Chang Jung-Chi;
Tailândia – Headshot, de Pen-ek Ratanaruang;
Turquia – Atesin düstügü yer, de Ismail Gunes;
Ucrânia – Firecrosser, de Mykhailo Illienko;
Uruguai – La Demora, de Rodrigo Plá;
Venezuela – Piedra, Papel o Tijera, de Hernán Jabes;
Vietnã – Mui co chay, de Nguyen Huu Muoi.

❤ Bom ano cinematográfico para todos nós.

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Where Are We Now?

Hoje sem sono, vi na BBC News a nova música + vídeo do David Bowie.

Artista que dispensa apresentações, Bowie lança em seu 66° aniversário um trabalho inédito depois de 10 anos de jejum.

Eu particularmente gostei bastante da música e do vídeo.

Que faz várias referências a Berlin, cidade onde o artista produziu suas obras primas: Low, Heroes e Lodger.

Clipe esse que é dirigido pelo artista multimídia Tony Oursler. Que eu não conhecia, apesar da longa carreira, iniciada em 1977.

Estou aproveitando para mergulhar no trabalho dele -> http://www.tonyoursler.com